Já percebeu como a sociedade adora por rótulo nas pessoas? Todos os dias somos enquadrados em diversos grupos e conforme novos vão sendo criados, mais rótulos vamos recebendo… Quem nunca ouviu alguém falar que alguém é “Metrosexual”, “Gay”, “Emo”, “Puta”, “Nerd” e milhões de nomes a mais. Não serei hipócrita pois apesar de eu tentar julgar ao mínimo as pessoas sem as conhecerem, eu também (a primeira vista) rôtulo as pessoas que vejo mas felizmente breve volto a minha consciência e penso que isso não é certo, afinal eu nem ao menos conheço essas pessoas.
Infelizmente, somos rotulados a cada momento em que nos deparamos com outra pessoa. Quem nunca ao sair de casa, no ônibus, mêtro, trem, no trânsito dentro do carro, no cinema não olhou pras pessoas ao redor, ou percebeu que alguém estava te olhando, ambos tentando imaginar como o outro é, como pensa, como vive, milhões de pensamento cruzando intensamente sua mente.
Eu mesmo já quebrei a cara muitas vezes (mas pelo menos aprendi). Já comentei com alguns amigos que não gostaria de fazer acadêmia pois me parece um lugar cheio de pessoas fúteis, garotos tentando ter 5x mais braço, e mulheres de meia idade achando que ainda dão pro gasto pra algum homem rico por ai, todos suando em um lugar que cheira a peido. ISSO mesmo, esse era meu pensamento sobre uma acadêmia, até perceber que meus julgamentos são falhos, já conheci muito cara bombado que é gente boa e não é um “pitboy” propriamente dito. Fui quebrando meus preconceitos um a um conforme fui crescendo, achei isso um experiência incrível da minha vida, e que compartilho com vocês.
Mas voltando ao assunto do título, não acredito que eu me inclua em nenhum desses 3 rótulos, não penso que sou homosexual, heterosexual, ou bisexual mas de qualquer forma esse último seria o termo menos inadequado se alguém quiser me rotular. Antigamente me interessava mais por mulheres, hoje mais por homens mas mesmo tendo essa indecisão não descarto a possibilidade de amar nem um nem outro, na minha visão amor não é definido por gêneros, sexo é bom de qualquer forma, independente de que gênero é seu parceiro. Toda essa história de sexualidade é uma manipulação da sociedade e das religiões para rotular e tentar diminuir as pessoas em relação a outras.
Não sou gay, não sou hetero, não sou bi. Eu sou eu, com um complexo sentimento por dentro chamado amor, que pode se expressar por um homem ou por uma mulher, independente do que qualquer um diga, o importante é estar feliz ao lado de uma pessoa que você ama e que ela te ame igualmente. Nada mais importa.
Coca ou Pepsi? Gosto dos 2, um dia tomo um, outro dia outro. Um dia gosto mais de um, outro dia mais de outro.
Gosto é gosto, você pode gostar apenas de um ou apenas de outro, com certeza é sua opnião… Não quero que ninguém passe a gostar dos 2 de uma hora pra outra, apenas gostaria que mais pessoas entendessem que indepedente do qual você toma, no fim das contas ambos são iguais…

Eu sempre fico um pouco angustiado quando você me conta das suas histórias, da sua vida. Fico com uma vontade de dizer “vai dar tudo certo” e então fazer algo para que minha frase faça sentido, sabe? Mas a vida não é simples desse jeito e está bem longe do meu poder algo do gênero. Gostei do post inicial e gostei deste aqui. Só que, infelizmente, discordo um pouco do mais recente. Ainda continuando no jogo das metáforas, já experimentei muita pepsi e muita coca-cola… E, infelizmente novamente, gosto muito mais de coca-cola, apesar de que não descarto as possibilidades que você menciona ali, sobre gostar dos dois ou independer do gênero. Mas coca é coca e pepsi é pepsi, os dois não são iguais. Quando você prova, pode ser de olhos vendados e sem saber qual é qual, você percebe a diferença.
Enfim, continua postando, não perde o ritmo não. Estarei aqui como um fiel leitor sempre. Beijos.
Olá!
Passando aqui pra avisar que te “linkei” no meu blog. Quanto mais pessoas escrevendo e botando pra fora as roupas do armário mais eu me sinto fortalecido (e espero que se sintam também).
Um abraço e boa sorte com o “Lúcido Sonhador”.
Não importa o sexo da pessoa, e sim a pessoa em si. Invejo quem consegue viver desta forma e acredito também que o sistema nos condiciona a amar pessoas desse ou daquele sexo, mas o meu desejo é por iguais (sempre foi assim), mas concordo com seus pocisionamentos.
Bem vindo à blogosfera, e um leitor do “Meninos e Meninas” agora também é seu rs…